já estão valendo as novas regras para solicitação de Seguro Desemprego

No caso do auxílio-doença, o prazo a ser pago pelo empregador será estendido de 15 para 30 dias

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Já começaram a valer as novas regras de concessão do seguro-desemprego. A partir das alterações previstas na Medida Provisória (MP) 665, conforme explica a advogada trabalhista, Luciane Amaro, o trabalhador terá que comprovar vínculo com o empregador por pelo menos 18 meses nos 24 meses anteriores, na primeira vez em que requerer o benefício. Na segunda solicitação, ele terá de ter trabalhado por 12 meses nos 16 meses anteriores.

A partir do terceiro pedido segundo frisa Luciane Amaro, o período voltará a ser de seis meses. Pelas novas regras, na primeira solicitação, o trabalhador poderá receber quatro parcelas do seguro-desemprego se tiver trabalhado entre 18 e 23 meses e cinco parcelas se tiver trabalhado a partir de 24 meses.

Na segunda solicitação, ele poderá receber quatro parcelas se tiver trabalhado entre 12 e 23 meses e cinco parcelas se tiver trabalhado por 24 meses, no mínimo. A partir da terceira solicitação do seguro-desemprego, quem trabalhou entre seis e 11 meses recebe três parcelas.

Para ter direito a quatro parcelas do seguro-desemprego, o trabalhador deverá ter trabalhado entre 12 e 23 meses e, para receber cinco parcelas, terá de ter trabalhado por, pelo menos, 24 meses.

Para a advogada, as alterações são positivas e foram criadas para conter o desvirtuamento da instituição, pois com pleno emprego o governo teria gasto, ano passado, 19 milhões em pagamentos do benefício.

No caso do abono salarial, o tempo mínimo de carteira assinada que o trabalhador precisa ter passará de um mês para, no mínimo, seis meses ininterruptos.

A concessão da pensão por morte terá carência mínima de dois anos de casamento ou união estável. No caso do auxílio-doença, o prazo a ser pago pelo empregador será estendido de 15 para 30 dias, antes que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passe a arcar com o auxílio-doença.


Câmara itinerante de Vereadores de Cairu é realizada na Gamboa do Morro .

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O novo projeto da Câmara Municipal de Cairu levou a Sessão Itinerante a Gamboa do Morro, na tarde desta sexta-feira (17/04), com o objetivo de estar mais próximo do cidadão cairuense e a por dentro das necessidades do município.

Um momento foi cedido ao gestor do município Fernando Brito, em que este criticou o comportamento dos vereadores adversários, informando que as acusações realizadas contra ele eram levianas.

Em entrevista ao Site Reporterurgente.com , o presidente da Câmara de Cairu, Claudio Brito, informou a importância deste projeto que teve a presença de todos os vereadores e prefeito, e a importância de todos terem debatido sobre as ações e necessidades do município com os moradores presentes. A próxima sessão itinerante está marcada para o dia 15 de Maio no distrito de Galeão.






Graça Peleteiro é a nova secretária do Turismo de Cairu…

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Cairu passa a ter uma nova secretária do Turismo. Tomou posse na manhã desta segunda-feira 21, a nova gestora da pasta, Maria das Graças Luz Peleteiro, ex-primeira-dama do município.
A solenidade de nomeação contou com as presenças dos secretários estaduais Nelson Pelegrino (Turismo) e Jorge Portugal (Cultura), do deputado estadual Rosemberg Pinto, prefeitos de Taperoá, Toinho do Banco, e de Valença, Jucélia Nascimento, ex-prefeito Manuel Veiga Peleteiro, presidente da ABAV-BA, José Alves Peixoto Júnior, presidente da Câmara Municipal de Cairu, Cláudio Brito, vereadores Abdon Ché, Bino Santos, Elias Santos e Alex Batista, além de várias outras autoridades políticas.
Em seu pronunciamento de posse, a nova secretária, que é natural do Morro de São Paulo, anunciou que vai prestigiar os investimentos junto aos empreendedores nativos, assim como vai privilegiar as ações de atração do turismo para as ilhas.
Já o prefeito Fernando Brito, apresentou o novo perfil político da sua gestão, com ampla aliança com o Governo do Estado e lideranças locais, visando o fortalecimento de projetos que beneficiem os cairuenses, numa nova Cairu que não para de crescer. “Cairu tem suas peculiaridades, é um município diferenciado, mas não podemos nos dar ao luxo de dizer que não precisamos da presença do Governo do Estado. Nossa visão hoje é diferente, pois os caminhos que trilhamos dependem muito da parceria com o governo”, afirmou Fernando Brito.
Nelson Pelegrino reafirmou a importância que o governador Rui Costa dá à região e assegurou apoio à gestão de Graça Peleteiro. Pelegrino ressaltou o quanto é possível o trabalho conjunto entre as pastas do Turismo e da Cultura.
Por fim, o secretário da Cultura, Jorge Portugal, em um pronunciamento poético, testemunhou o prazer que tem em estar no Município. Portugal fez uma verdadeira aula de cultura, ao valorizar as manifestações culturais de Cairu.
Os dois secretários estaduais reafirmaram a parceria com a gestão do prefeito Fernando Brito, em que ações transversais e conjuntas serão desenvolvidas já no decorrer dos próximos meses
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Deputado ganha 8 vezes mais do que um professor universitário no Brasil .

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É bem verdade que os seus salários podem parecer fichinha diante do que está faturando a agora “aposentada” Gisele Bündchen, que ganha R$ 5 milhões por mês, mas a realidade é que os políticos brasileiros, incluindo, claro, os deputados  estaduais baianos, ganham muito mais do que um executivo “top” de uma empresa multinacional. A constatação é do economista e professor Armando Avena, informando que um executivo “top” de multinacional recebe, no Brasil, algo e entre R$ 60 mil e R$ 80 mil. Já um  deputado  estadual baiano, somando-se o salário nominal (aquele que vem no contracheque), de R$ 25.322,25 (decreto legislativo de 30/12/2014, valendo a partir de 1º de fevereiro de 2015) à verba de gabinete, no valor de R$ 92.053.20 (resolução 1658, de 1º de abril de 2015), recebe R$ 117.375,45, sem considerar auxílios como moradia, alimentação e outros benefícios. De acordo com Armando Avena, nos países mais desenvolvidos, “tradicionalmente o político recebe apenas o salário e cobre com ele todas as suas despesas.” Mesmo assim, o economista destaca que o problema não é tanto o salário em si.  A questão é que, além desse salário alto, há dezenas de penduricalhos, como auxílio moradia, auxílio transporte, auxílio alimentação, além da polpuda verba de gabinete.”  Causa ainda indignação ao economista a aposentadoria precoce e o efeito cascata nos reajustes, ou seja, quando um deputado federal aumenta seu salário ou suas verbas, automaticamente isso reverbera nos salários dos  deputados  estaduais e até dos vereadores.

Enquanto um  deputado  estadual recebe mais de R$ 125 mil por mês, um professor da UFBA, pós-graduado e no mais alto nível que pode chegar, tem salário em torno de R$ 15 mil. Já o vencimento total de um coronel da Polícia Militar, conforme informações da assessoria da PM baiana, é de 15.084,46.  Este é o salário base, pois alguns possuem vantagens, inclusive devido a ações judiciais. De qualquer forma, é certo que, mesmo com tais vantagens, os vencimentos de um coronel PM não chegam a R$ 40 mil.

Estopim da corrupção

De acordo com estimativa apresentada à Justiça Eleitoral, em 2014, por oito dos maiores partidos políticos – PT, PSDB, DEM, PP, PMDB, PPS, PSB e PR, o custo de uma campanha para  deputado  federal ficou, em média, em R$ 6,4 milhões, enquanto para o estadual, o valor foi de R$ 3,8 milhões.

Para o economista Armando Avena, os custos elevadíssimos das campanhas devem-se ao fato de o Brasil “permitir que se façam campanhas dignas de grandes programas de show business do mundo, com produções que mostram o político como se ele fosse um artista.”

De acordo com Avena, “as campanhas deveriam ser bem mais baratas e objetivas, mostrando fundamentalmente as propostas de cada um, que é o que, no fundo, interessa. Na verdade, a campanha, nos moldes de hoje, chega mesmo a mostrar o político como um produto ideal, produto este que não pode ser entregue após a eleição”

Ele destaca ainda ser  ”totalmente contra” o financiamento privado das campanhas, até porque “quem paga quer de volta o que gastou, e este é o estopim da corrupção”.

Federais custam mais R$ 1 milhão por ano

De acordo com informações do presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Assembleia Legislativa da Bahia (Sindsalba), Flávio Abreu, “na última semana de trabalhos do ano passado, deputados federais e senadores aprovaram o reajuste salarial para a atual legislatura. Ao acrescentar o acumulado do IPCA dos últimos quatro anos aos vencimentos atuais, os contracheques subiram de atuais R$ 26,7 mil para R$ 33,7 mil. Desta forma, também aumentou o gasto que o País terá com cada parlamentar.”

Desde 1º de fevereiro, quando o novo subsídio dosdeputados federais passou a valer, cada parlamentar custa mensalmente R$ 1.792.164,24 aos cofres públicos. Este valor leva em conta os 13 salários anuais, a média de gastos da ajuda de custo, do cotão, do auxílio-moradia e dos gastos com verba de gabinete.

Explica ainda o Sinsalba que “com exceção do salário, os outros benefícios são usados de acordo com a demanda. Um  deputado  pode, por exemplo, economizar verba de gabinete e não usá-la, assim como viajar menos para seu estado de origem, o que resultará na economia do cotão. Caso ele não use, os valores ficam na conta da Câmara.”

Como se não bastasse…

Em nível de Câmara Federal, não bastassem os salários gigantescos, os deputados contam com benefícios que não são muito diferentes dos que se vê nos estados. Conheça as mordomias:

Carros oficiais:  são 11 carros para uso dos seguintesdeputados: o presidente da Câmara; os outros 6 integrantes da Mesa (vice e secretários, mas não os suplentes); o procurador parlamentar; a procuradora da Mulher; o ouvidor da Casa; e o presidente do Conselho de Ética.

Impressões e materiais
Até 15 mil A4 por mês
Até 2 mil A5 por mês
Até 4 mil exemplares de 50 páginas por ano (200 mil páginas por ano)
Até 1 mil pastas por ano
Até 2 mil folhas de ofício por ano
Até 50 blocos de 100 folhas por ano
Até 5 mil cartões de visita por ano
Até 2 mil cartões de cumprimentos por ano
Até 5 mil cartões de gabinete por ano
Até 1 mil cartões de gabinete duplo por ano

Uma raríssima exceção parece ser o Espírito Santo, onde a verba de gabinete é de apenas R$ 7.800. Com esse dinheiro, os  deputados  pagam as despesas de telefone, gasolina, passagem aérea e postagens.

Desde 1995, os  deputados  capixabas também não têm direito a auxílio-moradia, nem recebem vale-refeição e auxílio-paletó.

Na Suécia, o outro lado da moeda

Eles ganham pouco, andam de ônibus, cozinham sua própria comida, lavam e passam suas roupas e são tratados por “você”. Estamos falando de um representante típico do mal assalariado povo brasileiro? Não. Os personagens são políticos eleitos pela população talvez mais civilizada e ética do planeta: a da Suécia.

Esta a realidade que pode causar arrepios nos políticos brasileiros, país onde as pessoas ainda passam fome e não têm segurança nem assistência médica dignas, é narrada pela jornalista Claudia Wallin no livro “Um País Sem Excelências e Mordomias” (Geração Editorial). Radicada na Suécia depois de trabalhar 10 anos em Londres, Claudia registra conversas com  deputados que desconhecem mordomias e o tratamento de “Excelência”, que não aumentam o próprio salário e – acreditem – não entraram na vida pública para enriquecer ou levar vantagem.

De acordo com Claudia, os políticos suecos entram na vida pública para servir ao povo. A autora explica que o sistema político sueco é baseado em três pilares: transparência, educação e igualdade.

Trechos de uma entrevista com a autora:

Quais são as diferenças mais chocantes entre as rotinas de um político eleito na Suécia e de um político eleito no Brasil?
Claudia Wallin – A Suécia não oferece luxo ou privilégios aos seus políticos, ao contrário do Brasil. Parlamentares suecos vão de ônibus para o trabalho, e viram manchete de jornal quando se atrevem a pegar um táxi com o dinheiro do contribuinte. Vivem em apartamentos funcionais que chegam a ter 18 metros quadrados, e onde não há comodidades como máquina de lavar – as lavanderias são comunitárias. O ministro sueco Anders Borg, que em 2011 foi eleito pelo jornal britânico “Financial Times” como o melhor ministro das Finanças da Europa, vive na capital em um apartamento conjugado de cerca de 25 metros quadrados. Nenhum deputado  sueco tem direito a pensão vitalícia, plano de saúde privada nem imunidade parlamentar. Nenhum político sueco tem o privilégio fabuloso de poder aumentar o próprio salário. Parlamentares suecos trabalham em gabinetes de cerca de 15 metros quadrados, e não têm direito a secretária, assessor nem motorista particular. Vereadores suecos não recebem sequer salário, e não têm direito a gabinete – trabalham de casa. Na concepção sueca, sistemas que concedem privilégios e regalias aos políticos são perigosos. Porque transformam políticos em uma espécie de classe superior, que não sabe como vivem os cidadãos comuns.

Que interpretação você faz dessas diferenças? Quais são as raízes históricas e culturais que levaram a modelos tão diferentes?
CW
– A Suécia tem uma história marcada por uma longa tradição de democracia, e por um forte sentimento de igualdade entre as pessoas. Mesmo durante o período de poder monárquico, ao lado do rei sempre existiu um parlamento, e já na Idade Média havia a participação de pessoas comuns e camponeses nas assembleias políticas, ao lado do clero e da nobreza. Ao longo dos tempos, foi preciso lutar contra o poder do rei e os privilégios da nobreza. O rei perdeu todos os poderes na década de 70, e o desenvolvimento da democracia sempre esteve associado aos valores igualitários da sociedade sueca: ninguém deve ser melhor do que ninguém, e isso inclui a classe política. Políticos suecos sabem que não estão no poder para enriquecer, e sim para representar os interesses da sociedade como um todo.  Já no Brasil, ainda vigoram o conceito patrimonialista e os privilégios políticos que marcaram o processo de formação do Estado brasileiro, com a visão de que a coisa pública não é de ninguém. O interessante é notar que a Suécia, que juridicamente ainda é uma monarquia, conseguiu concretizar o ideal republicano. O Brasil, que formalmente é uma república, ainda é um país de súditos.

Na Suécia um deputado só ganha 50% a mais que um professor primário. O investimento na educação explica o grau de consciência cidadã dos suecos – da mesma forma que a falta de investimento em educação explica o atraso dos brasileiros?
CW 
– A educação é um dos pilares fundamentais da democracia sueca, e a base de todo grande salto no processo de desenvolvimento democrático de uma sociedade. Na Suécia, o ensino é gratuito e de qualidade para todos até a universidade, o que sem dúvida se reflete no alto grau de conscientização política dos cidadãos. Existe uma clara consciência aqui de que os políticos são eleitos para servir, e não para serem servidos. Política também não é algo que se discute apenas em ano de eleição, e embora o voto não seja obrigatório na Suécia, o índice de comparecimento às urnas no país tem se situado historicamente entre 80% e 90%. E esta sociedade mais consciente não dá privilégios aos seus políticos, nem aceita os desvios do poder. Os movimentos de grupos organizados da sociedade civil também foram essenciais para o processo gradual de construção da cidadania na Suécia, assim como as políticas igualitárias de inclusão, que possibilitaram o acesso de todos os cidadãos a serviços básicos de qualidade e reforçaram a noção de que todos têm os mesmos direitos. À medida em que o Brasil avançar em suas políticas de educação e inclusão social, certamente vai estar formando uma sociedade mais consciente a respeito da importância da política, e também mais exigente em relação aos seus representantes políticos. (Tribuna da Bahia)


5 sinais de que a demissão pode estar próxima

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Pessoas são demitidas. É uma situação ruim tanto para quem está sendo demitido quanto para quem tem de dar a notícia, a não ser que seja um funcionário realmente problemático. Muitas vezes as pessoas são pegas de surpresa com a demissão, mas talvez elas só não estejam percebendo o que está acontecendo ao seu redor. Conheça cinco sinais que indicam que a demissão pode estar próxima:

  1. SUA EMPRESA ESTÁ SENDO COMPRADA: Quando uma empresa está sendo adquirida por outra ela quer economizar e o corte de funcionários é comum. Isso não é sobre quão bom funcionário você é, mas sobre rentabilidade e comprometimento com quem está adquirindo a empresa. Talvez eles achem um lugar para alguns funcionários antigos, mas não há garantias.
  2. SEU CARGO ESTÁ SENDO DESMONTADO: Quando isso acontece significa que o que você faz já não é mais essencial para a companhia ou que será feito de uma maneira diferente. Esse é um dos sinais mais difíceis de perceber, por ser um processo em longo prazo. Mas caso você perceber o que está acontecendo, é recomendado atualizar seu CV e começar a procurar outro emprego.
  3. SUA RELAÇÃO COM SEU CHEFE PIOROU: Essa também é difícil de notar, porque às vezes encontramos justificativas para a relação estar estranha, assim como fazemos com nossas relações pessoais. Mas é preciso ser honesto: se depois de alguns meses seu chefe está distante ou ele é menos caloroso e te interrompe, você tem um problema. Uma boa recomendação é marcar um horário com ele e ter uma conversa, perguntando o que mudou e como melhorar.
  4. PARARAM DE TE INCLUIR EM REUNIÕES OU PROJETOS: É como uma versão de grupo dos problemas com o chefe. Se você está sempre sendo deixado de lado em reuniões e sua opinião não é mais pedida, seu emprego pode estar em risco. E a possível solução também não muda: converse com seu chefe e espere que ele te dê um feedback sincero.
  5. SEU CHEFE OU O RH DIZEM QUE VOCÊ “NÃO SE ENCAIXA” COM A EMPRESA: Essa é praticamente uma despedida. A maioria das pessoas não é boa em ser honesto ao dar um feedback negativo e dizer que “você não se encaixa” é o melhor que eles podem fazer. Se você perguntar o que pode fazer para mudar, dificilmente receberá uma resposta, porque quando alguém te fala isso, provavelmente, eles não estão dispostos a mudar de ideia. É nesse momento em que você deve ser maduro e negociar uma saída justa para as duas partes.